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Fé e tradição marcam missa solene e procissão marítima na 116ª Festa das Canoas em Marataízes

Barcos enfeitados, hinos religiosos e grande participação popular emocionaram fiéis na Praia Central da Pérola Capixaba

Fé e tradição marcam missa solene e procissão marítima na 116ª Festa das Canoas em Marataízes
Foto: Divulgação/PMM

A fé e a tradição voltaram a tomar conta de Marataízes durante a programação religiosa da 116ª Festa das Canoas, um dos eventos mais tradicionais do município. A missa solene e a procissão marítima foram os pontos altos da celebração, reunindo pescadores, fiéis e moradores em um momento de devoção e gratidão.

Mantendo uma tradição centenária, pescadores enfeitaram suas embarcações e seguiram ao mar para agradecer pelas bênçãos do Divino Espírito Santo e de Nossa Senhora da Penha. À frente do cortejo, uma nau conduzia a bandeira vermelha do Divino e a imagem da Virgem da Penha, símbolo da fé que atravessa gerações no município.

Procissão reuniu diversas embarcações

Durante o percurso, barcos com fiéis e uma banda de música executando hinos católicos acompanharam o cortejo marítimo, que percorreu toda a extensão da Praia Central, próximo à orla, onde moradores e turistas acompanharam a celebração.

A procissão contou ainda com o apoio de embarcações dos guarda-vidas e do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, além da participação de lanchas, motos aquáticas, canoas havaianas, pranchas de stand-up paddle e caiaques.

Missa solene abriu a programação religiosa

Antes da procissão, os fiéis participaram de uma missa solene realizada na Igreja de Nossa Senhora da Penha, matriz da Paróquia da Santíssima Trindade. A celebração foi presidida pelo pároco Padre Gracione Augusto Alves.

Entre os presentes estavam o prefeito Toninho Bitencourt e o vice-prefeito Willian Duarte, acompanhados das esposas, Dona Cristina Mancini Bitencourt e Dona Maristella Leonardo da Silva.

Planejamento para a próxima edição

Para a 117ª Festa das Canoas, prevista para o próximo ano, a Prefeitura de Marataízes, a Paróquia da Santíssima Trindade, a Colônia de Pesca Z-8 e outras entidades da sociedade civil estudam mudanças para ampliar ainda mais o evento.

A proposta é fortalecer tanto a programação religiosa quanto as atividades culturais, de shows e o comércio local, mantendo viva uma tradição que já ultrapassa mais de um século na história da cidade.


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